O teclado musical é um instrumento bastante sofisticado da tecnologia moderna, oriundo de instrumentos como o piano, o órgão, o cravo, dentre outros.

Foi no século XX que ganhou maior relevância dentro do mercado da música,  por sua versatilidade e variedades sonoras.

No ano de 1874, um inventor chamado Elisha Gray criou o primeiro verdadeiro sintetizador. Chamado de “The Telegraph Musical”, este instrumento teve dois teclados, os sons produzidos através de fios telegráficos.

Sua patente real foi obtida em 1875, para o que foi chamado oficialmente de “telégrafo elétrico de transmissão de tons musicais”. Após este passo inicial, o desenvolvimento foi lento. Os primeiros órgãos elétricos não sairia até a década de 1920 com mais de 45 anos depois.

A Fender Rhodes Piano Baixo estreou em 1960, o que é adequado, uma vez que a década veria a primeira explosão real avanços em teclados elétricos. Através da primeira parte da década de 1960, Sintetizadores tinha sido desenvolvido. Eles eram extremamente grandes e máquinas delicadas e foram utilizados apenas em estúdios de gravação, mas isso estava prestes a mudar.

A invenção de Bob Moog, o sintetizador Moog, foi exibido pela primeira vez em 1964. Tecnicamente, no entanto, não era um teclado, uma vez que não têm um teclado.

Bob Moog adicionado um teclado de um sintetizador em 1970 e, de lá, a explosão teclado elétrico começou. Outras empresas seguiram o exemplo e como o tempo passou mais avanços e aperfeiçoamentos foram feitas.

Sintetizadores digitais veio mais tarde e com a tecnologia MIDI eles poderiam ser amarrado em computadores e outros dispositivos de entrada e de programação. Rock progressivo dos anos 1970 tornou-se ligado a sintetizadores, mas assim como o pop eletrônico dos anos 1980.

Apesar de reconhecermos o teclado como um instrumento musical, poderíamos dizer por um outro ângulo, que ele é um “aparelho”  que contém vários timbres. Para não ficar confuso esta explanação, citamos como exemplo que cada instrumento possui o seu timbre específico, e que é possível identificá-lo ouvindo. A flauta tem o seu timbre, o trompete tem o seu timbre, o violão tem o seu timbre e assim  por diante.

Qual é o timbre do Teclado?

Na verdade, não existe. Pois como mencionei acima, o Teclado é um aparelho que possui vários timbres diferentes. Mas é claro que chamamos ele de teclado, e isto não será mudado.

Tipos de Teclados

SINTETIZADORES: Possui vários timbres (sons) que também podem ser editados (alterando sua frequência, modulação, efeitos, etc.), com isso criando novos timbres (sons).

PIANOS DIGITAIS: São teclados com 76 a 88 teclas, que possuem vários timbres de piano, grande piano, piano elétrico, cravo, etc..

TECLADOS COM ACOMPANHAMENTO: são teclados que possuem vários estilos musicais (pop, jazz, rock, balada, samba, bossa nova, dance, e muitos outros), onde pode-se criar e modificar outros estilos, acompanhados por parte rítmica (bateria), baixo, strings, cordas (violão, guitarra), metais (trompete, trombone, etc.), bem como ainda pode-se sintetizar estes timbres (sons).

WORKSTATIONS: são teclados mais complexos, que envolve síntese de sons e sequenciadores para composição, arranjos de partes musicais ou peças musicais completas, e ainda possuem a capacidade de síntese de timbres (sons).

Fonte: http://musicaplena.com/breve-historia-do-teclado/

Detalhes do Curso

Faixa Etária: A partir de 8 anos

Quando: Horários de segunda à sexta-feira, com uma aula individual de 45 minutos por semana.

Investimento: R$ 35,00 mensais

Início: Imediato, se houver vaga disponível.